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Biden defende que a Rússia seja expulsa do G20. E diz que NATO vai responder se Putin usar armas químicas

Bruxelas acolhe esta quinta-feira três cimeiras de alto nível, com os líderes da NATO, do G7 e da União Europeia a procurarem transmitir um sinal de forte unidade face à guerra

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O que precisa de saber até agora:

(Actualizado às 16h12)

  • Bruxelas acolhe esta quinta-feira três cimeiras de alto nível, com os líderes da NATO, do G7 e da União Europeia a procurarem transmitir um sinal de forte unidade face à invasão da Ucrânia, há precisamente um mês.
  • Zelenskii pediu à NATO para disponibilizar 1% das suas capacidades de tanques e aviões à Ucrânia, além de voltar a apelar a uma zona de exclusão aérea. O Presidente ucraniano criticou ainda a falta de “respostas claras” por parte dos aliados aos sucessivos pedidos de ajuda.

  • António Costa salientou a “unidade e apoio total” da NATO e confirmou que foi dada luz verde para o reforço da posição da Aliança em toda a frente Leste, com a mobilização de mais quatro grupos de combate para a Bulgária, Eslováquia, Hungria e Roménia – onde serão integradas forças portuguesas.

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  • Os líderes da NATO garantiram que, além do apoio “político e prático” à Ucrânia, a Aliança vai reforçar a assistência ao Exército ucraniano em matéria de “cibersegurança e protecção contra ameaças de natureza química, biológica, radiológica e nuclear”.

  • A vice-primeira-ministra ucraniana, Irina Vereshchuk, informou que foi alcançado um acordo com as autoridades russas para a abertura de sete “corredores humanitários” nesta quinta-feira.

  • O número de mortes entre as forças russas em quatro semanas pode estar entre 7 mil e 15 mil, segundo uma estimativa da NATO. A título de comparação, a Rússia perdeu cerca de 15 mil soldados ao longo de dez anos de combates no Afeganistão. A Ucrânia diz que já morreram 15.800 soldados russos.

  • Zelenskii apelou aos cidadãos de todo o mundo para que saiam à rua em protesto a partir de quinta-feira, dia que marca um mês desde o início da invasão russa da Ucrânia.
  • Os militares ucranianos dizem que um grande navio russo foi destruído perto da cidade portuária de Berdiansk, no sul da Ucrânia, tomada pelos russos há várias semanas.
  • Kremlin confirma que Abramovich “fez parte” das negociações iniciais com a Ucrânia. O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, confirmou a participação do bilionário russo nas primeiras negociações entre a Rússia e a Ucrânia. 
  • Zelenskii diz que Ucrânia merece ser membro de pleno direito da União Europeia. No discurso virtual ao parlamento sueco, o Presidente da Ucrânia voltou também a apelar a mais sanções para a Rússia, assim como à ajuda sueca para reconstruir a Ucrânia quando a guerra terminar.
  • Forças russas ganham controlo da cidade de Izium, no leste da Ucrânia, avança Ministério da Defesa russo. 
  • Governo britânico anuncia novas sanções a “bancos, empresas e oligarcas” russos. Esta quinta-feira foram acrescentados mais 65 nomes à lista de figuras com os bens congelados, com o objectivo de “cortar as indústrias vitais que estão a alimentar a máquina de guerra”. Serguei Lavrov, Polina Kovaleva, enteada do ministro dos Negócios Estrangeiros, o Grupo Wagner, o Alfa-Bank, a companhia ferroviária Russian Raiways ou a Kronshtadt, principal produtora de drones são alguns dos nomes e entidades. As sanções foram seguidas pelos EUA que anunciaram sanções a 328 membros da Duma russa.
  • Rússia considera que a vida está a voltar ao “normal” em algumas áreas da Ucrânia. Moscovo considera que a operação miliar está “a decorrer conforme planeado” e que “a vida está a voltar ao normal nos territórios que já foram libertados dos nacionalistas”.

  • EUA vão receber 100 mil refugiados e doar até mil milhões de dólares para ajudar os países europeus a lidar com a crise de refugiados da Ucrânia, avançam o New York Times e a agência Reuters

Fonte/Créditos: Foto: EFE/EPA/Yuri Gripas

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JHN Redação

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